quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Progressivo.
Progride o homem. Inspira a ouvir Bob Marley, mantras. Expira confuso ainda. Os sopros ajudam a ampliar ares. Harmônio é amparo. Façanha é viver-se sendo um. Uno é mundo percebido. Então dever de ir-se ao centro é imperioso. Vai-se a sair-se e caminhar-se em lá. Inté!
Quando perdido em perdição é preciso retornar. A cantar as jornadas dão-se mais adocicadas. Andar e dançar é possível. Qualquer corpo serve. Qualquer tamanho é único. Escolhas, parece, não há. É dever encontrar caminho e luz. É dever percorrer e limpar. Já!
Hora é de revelar. É claridade. Quando acende, é agora. O berimbau apavora. Oferece o completo. A fumaça adentra. O obscuro anoita. Confusão é derrota. Preciso é retornar à música. E seguir atento, em nota e outra e lá. Trocadilho dá dó. Ufa!
Progressivo.
Progride o homem. Inspira a ouvir Bob Marley, mantras. Expira confuso ainda. Os sopros ajudam a ampliar ares. Harmônio é amparo. Façanha é viver-se sendo um. Uno é mundo percebido. Então dever de ir-se ao centro é imperioso. Vai-se a sair-se e caminhar-se em lá. Inté!
Quando perdido em perdição é preciso retornar. A cantar as jornadas dão-se mais adocicadas. Andar e dançar é possível. Qualquer corpo serve. Qualquer tamanho é único. Escolhas, parece, não há. É dever encontrar caminho e luz. É dever percorrer e limpar. Já!
Hora é de revelar. É claridade. Quando acende, é agora. O berimbau apavora. Oferece o completo. A fumaça adentra. O obscuro anoita. Confusão é derrota. Preciso é retornar à música. E seguir atento, em nota e outra e lá. Trocadilho dá dó. Ufa!
domingo, 27 de novembro de 2011
Lição.
Parece o triste o propósito do som. Não fiz. Digo. E vou lá tocar. E fica de noite. A tocar berimbau e xilofone passa-se momento. Depois harmônio e melódica, aos sopros de vigores, ocupam o tocante. O violão pede vigor e canto forte e doce. Sereno.
Pito é no entardecer. Sensação de incompletude comparece. Há impressão de defeito. Uma e outra dor redunda em outra dor e dor. Notas são possíveis no espaço tempo inteiro. Música é no tudo total dos todos. Flautas evocam tarefa de ampliar integridade.
Em viagem dentro da vida é donde viver. É certo contar-se em enredo. É certo eliminar adjetivos e voltar para perto do fogo. Há, em decreto de obrigação, o dever de voltar a versos. Rebelde escriba derrama-se em ata de palavrório. E grita!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Dia outro finda.
Começa noite outra. Cá estão homem e banda no ar. Na torre homem vela em assuntos musicais. Ouve Keith Jarrett a tocar harmônios infindos. É sem tamanho. Parece palavra com todo som a dizer contar cantos.
Segue o homem a tocar o harmônio. Respira e move e sopra o homem. O som é múltiplo e em desregra e desterro. É música abissal. É insistente repetido o tema. Há encontros de dedos a desenhar danças e a dançar sobre desenhos.
Coisa acaba em abrupto. Viola toca em noite de lua oculta. Noite é aclarada em perdição. Homem percebe-se passageiro do além. Telepata, empreende contato com alguns outros, cópias do eu, entre muitos discursantes. Todos vivem dentro do si.
Quer compreender o homem. Quer isto. Entende música em caminho. Dia outro finda, ora, quando enfim consegue. Encontra pedaço seu de mundo. Nele canta. Segue em propósito. Toca coisas e pessoas muitas. Encanta o entorno em sonoro e silente.
domingo, 20 de novembro de 2011
Noite em claro.
Noite. Momento. Alto céu segue risonho. Canção tão antiga rememoro. Canto em estudo é cochichante. É noturno. Quase exagero, quase manhã, quase insone.
Em branco. Nota. Uma segue outra e há espaços tocados. É quase certo. Perde-se vez e outra caminhante qualquer. Saltos de temas, saltos altos outros, resultam silêncio.
Sereno. Espaço. Dedos conhecem caminhos entre trastes. Sobre cordas saltitam unhas e carnes. Ouve-se o tocador. Na biblioteca recosta-se no desejar cochilar sonhar.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Divaga.
Tarde começa. O almoço já é pronto. Toma-se nota. É em fração tempinho. Comida descansa. Homem anseia em fome. O desejo esculpe um vácuo. Penetrados são homens por ondas, sons em ondas, sons e sons e assim e além.
Assuntos imensos imperam. Guerras há, avisam domingueiros. Ponto a ponto e cada parada são jeitos de dizer. As palavras querem saltar o entendimento. Queremos espaço porco poeta faminto. É assim o tom do dizer das palavras na mente do homem.
O transtorno é nítido. Vencido pela fome, quase apaga. Mas, se bem confuso, personagem não é trouxa. Há de sobreviver e contar-se a mais e mais gerações. Só é preciso comer, homem. É preciso comer em justo modo. Come e cala.
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