Boa. Voz em cantoria vibra em tarde alegre. Alvíssaras! Chuvarada e sol, refrescos e ardências, desenham. A imaginação é acontecimento no mundo do afeto. O palavreiro brota. Trump em pouso, fala sem descanso. Solilóquio, qual sempre, instaura-se sem tema preciso. Ouve-se canções cantadas. As palavras meditadas, os inventos contidos na mente, encontram-se no mundo invisível. Misturam-se com os versos emanados da máquina de trazer música. Germinam.
Coisa. Fala de si para si. Fala do íntimo estado. Publica. Expõe temores, incompreensões, alegrias, torpezas, entorpecimentos e mais. Tangencia. Não se explica. Não há, de fato, desejo de fechar qualquer questão, ou construir sobre um plano. A busca é de uma expressão aberta, visionária. O entendimento colhido em caminhos o permite. Contar histórias sem fatos é um sinal em Trump. Melhor, quando acontece, é dar início a um passeio.